E como julga.
As pessoas não são podres. Não em sua maioria. E sobre as que tentam ser, me surpreende como é possível aguentarem a si mesmas. Elas são lindas, basta observá-las e decifrá-las.
Não há podridão em seu círculo social. Por mais que isso aconteça e que seja evidente, não se resume somente a uma questão superficial de bem/mal, ou bom/ruim. Há muito mais a ser julgado.
Os pobres de alma e fracos de espírito, motivados pela própria vontade, buscam somente a satisfação do próprio desejo, inibindo de uma forma simples, irracional, e estúpida todos os frutos que possam surgir (e falo dos bons frutos) da simples satisfação da vontade.
É tão belo e simples quanto uma criança que chora ao não ganhar o brinquedo que tanto queria. Ou ao ter o doce roubado.
Contrariando o pêndulo da vida estabelecido por Schopenhauer (aquele do sofrimento da vontade até o tédio da conquista), eu acredito muito mais nas influências e tendências estabelecidas através das consequências dos atos, pois identificando as causas da nossa própria vida/existência, você é justamente aquilo que você pensa e faz, ou seja, as consequências das suas causas, dada a interpretação de quem julga...
E como julga!
Não há podridão em seu círculo social. Por mais que isso aconteça e que seja evidente, não se resume somente a uma questão superficial de bem/mal, ou bom/ruim. Há muito mais a ser julgado.
Os pobres de alma e fracos de espírito, motivados pela própria vontade, buscam somente a satisfação do próprio desejo, inibindo de uma forma simples, irracional, e estúpida todos os frutos que possam surgir (e falo dos bons frutos) da simples satisfação da vontade.
É tão belo e simples quanto uma criança que chora ao não ganhar o brinquedo que tanto queria. Ou ao ter o doce roubado.
Contrariando o pêndulo da vida estabelecido por Schopenhauer (aquele do sofrimento da vontade até o tédio da conquista), eu acredito muito mais nas influências e tendências estabelecidas através das consequências dos atos, pois identificando as causas da nossa própria vida/existência, você é justamente aquilo que você pensa e faz, ou seja, as consequências das suas causas, dada a interpretação de quem julga...
E como julga!

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