A teoria da oferta e a falta da oferta.
Sabe aquela história de "praquele que te dá tudo, você pisa, praquele que não quer nem saber de você, você corre atrás"?
Abordando de uma maneira menos tosca, xula, e medíocre, e analisando vertentes mais profundas de forma a determinar como isso se replica e se projeta no tempo-espaço, eu acredito que existam dois casos que convergem pra lei da oferta e da procura, ou seja, no caso a lei da oferta e a da falta da oferta.
Entenda a profundidade de dizer "falta da oferta" e de dizer "da procura". São duas coisas bem diferentes.
O caso em que a oferta é demais, mesmo você curtindo e tudo mais, você pensa que não tem estrutura sentimental pra tocar o relacionamento, e vê isso como um "não rola", mas, definitivamente não passa de um escoro pra pensar que tá tudo errado, que vc quer um outro mundo e tudo mais, afinal, já dizia a lei machista que diz que é para escolher sem perder a oportunidade da escolha.
Entenda que a falta de estrutura emocional é, além de um escoro, na maioria das vezes, a pura realidade pra que não haja a transformação. É a demonstração da mudança sob demanda. Se não há vontade, não há mudança. Mas claro, há casos em que realmente o tempo é o melhor dos remédios.
No caso que a oferta é pouca, você passa mais tempo na alusão do relacionamento, do que no próprio relacionamento (seja ele na intensidade que for), e então fica na ansia de concretizar isso, e logo pensa "se rolasse.....". E então passa a idealizar as mil possibilidades, e os mil caminhos diferentes que se pode tomar, mediante a reciprocidade.
Pense que na prática, tudo converge pra sanar o egoísmo, afinal, o amor é egoísta.
É simples.
A falta da correspondência, ou mesmo a alusão da ilusão a sós, alimenta muito mais do que o excesso da oferta. Afinal, é muito melhor imaginar no que seria de um relacionamento, segundo a sua própria concepção do que é ou do que não é bom, do que realmente encará-lo na sua realidade e lidar com problemas reais, e ainda mais, se deparar com problemas reais causados por sentimentos reais.
Afinal, já dizia Saint Exupéry: "Tu te tornas eternamente responsável pelo que cativas". Eu é que não queria ser o tal do Pequeno Príncipe.
Prefiro muito mais a toca do coelho da Alice no País das MÁS ERVILHAS.
Quiça, a subjetividade da ilusão é muito mais amena do que a dura realidade. Porém, é uma mistura de tantas vertentes sentimentais que acabo preferindo mais a realidade do que a subjetividade, afinal, minha droga é a lucidez.
Voltando à teoria, ilustre o seguinte:
Quando você não tem uma piscina em casa, você pensa: "Nossa, se eu tivesse uma piscina em casa, nesse calor, vishhh".
Agora se você tem uma piscina em casa, você, além de não cuidar, entra nela 2 vezes por ano, e olhe lá ainda. E se entrar 3 vezes, é por que aquele primo distante de Piracicaba, veio te visitar e queria pegar um banho de sol.
Vamos replicar o conceito de uma maneira genérica.
A falta da realização da vontade faz você criar um mundo de soluções pra sua vontade, soluções em que você se imagina nelas, de forma a concretizar algo. Aí, isso implica no seguinte: existem pessoas que imergem nessa irrealidade e começam a plantar coisas na cabeça de forma a perder o controle, e existem outras, que apesar de idealizar, mantém o senso da realidade, mas de uma forma amena. Isso faz com que o relacionamento seja alimentado, de forma a você sempre ter vontade e se sentir bem e satisfeito em fazer algo, que aos poucos resolve sua vontade. De pouco em pouco o sentimento amadurece, e o que era ilusão vai se tornando realidade. E isso é bom.
Agora pros casos de insanidade pública, aí já existem outros remédios mais radicais.
Definitivamente, o egoísmo humano planta a semente do amor a um, não o amor a dois.
Pra quem entende essa profundidade e entende a necessidade de saber lidar com isso, um grande abraço.
Abordando de uma maneira menos tosca, xula, e medíocre, e analisando vertentes mais profundas de forma a determinar como isso se replica e se projeta no tempo-espaço, eu acredito que existam dois casos que convergem pra lei da oferta e da procura, ou seja, no caso a lei da oferta e a da falta da oferta.
Entenda a profundidade de dizer "falta da oferta" e de dizer "da procura". São duas coisas bem diferentes.
O caso em que a oferta é demais, mesmo você curtindo e tudo mais, você pensa que não tem estrutura sentimental pra tocar o relacionamento, e vê isso como um "não rola", mas, definitivamente não passa de um escoro pra pensar que tá tudo errado, que vc quer um outro mundo e tudo mais, afinal, já dizia a lei machista que diz que é para escolher sem perder a oportunidade da escolha.
Entenda que a falta de estrutura emocional é, além de um escoro, na maioria das vezes, a pura realidade pra que não haja a transformação. É a demonstração da mudança sob demanda. Se não há vontade, não há mudança. Mas claro, há casos em que realmente o tempo é o melhor dos remédios.
No caso que a oferta é pouca, você passa mais tempo na alusão do relacionamento, do que no próprio relacionamento (seja ele na intensidade que for), e então fica na ansia de concretizar isso, e logo pensa "se rolasse.....". E então passa a idealizar as mil possibilidades, e os mil caminhos diferentes que se pode tomar, mediante a reciprocidade.
Pense que na prática, tudo converge pra sanar o egoísmo, afinal, o amor é egoísta.
É simples.
A falta da correspondência, ou mesmo a alusão da ilusão a sós, alimenta muito mais do que o excesso da oferta. Afinal, é muito melhor imaginar no que seria de um relacionamento, segundo a sua própria concepção do que é ou do que não é bom, do que realmente encará-lo na sua realidade e lidar com problemas reais, e ainda mais, se deparar com problemas reais causados por sentimentos reais.
Afinal, já dizia Saint Exupéry: "Tu te tornas eternamente responsável pelo que cativas". Eu é que não queria ser o tal do Pequeno Príncipe.
Prefiro muito mais a toca do coelho da Alice no País das MÁS ERVILHAS.
Quiça, a subjetividade da ilusão é muito mais amena do que a dura realidade. Porém, é uma mistura de tantas vertentes sentimentais que acabo preferindo mais a realidade do que a subjetividade, afinal, minha droga é a lucidez.
Voltando à teoria, ilustre o seguinte:
Quando você não tem uma piscina em casa, você pensa: "Nossa, se eu tivesse uma piscina em casa, nesse calor, vishhh".
Agora se você tem uma piscina em casa, você, além de não cuidar, entra nela 2 vezes por ano, e olhe lá ainda. E se entrar 3 vezes, é por que aquele primo distante de Piracicaba, veio te visitar e queria pegar um banho de sol.
Vamos replicar o conceito de uma maneira genérica.
A falta da realização da vontade faz você criar um mundo de soluções pra sua vontade, soluções em que você se imagina nelas, de forma a concretizar algo. Aí, isso implica no seguinte: existem pessoas que imergem nessa irrealidade e começam a plantar coisas na cabeça de forma a perder o controle, e existem outras, que apesar de idealizar, mantém o senso da realidade, mas de uma forma amena. Isso faz com que o relacionamento seja alimentado, de forma a você sempre ter vontade e se sentir bem e satisfeito em fazer algo, que aos poucos resolve sua vontade. De pouco em pouco o sentimento amadurece, e o que era ilusão vai se tornando realidade. E isso é bom.
Agora pros casos de insanidade pública, aí já existem outros remédios mais radicais.
Definitivamente, o egoísmo humano planta a semente do amor a um, não o amor a dois.
Pra quem entende essa profundidade e entende a necessidade de saber lidar com isso, um grande abraço.

0 comentários:
Postar um comentário