Teoria da troca de chãos.
Esta teoria se baseia na troca das fundações que sustentam um equilíbrio de vida.
Entenda equilíbrio de vida como tudo aquilo que se julga certo, inconscientemente, e se é acostumado a viver e conviver com aquilo. Entenda chão como conceitos e princípios usados insconscientemente para tomar decisões e basear-se para levar o dia-a-dia.
Durante o crescimento e amadurecimento, conceitos e bases ideológicas vão sendo formados, afim de fornecer bases argumentativas para enteder a vida do jeito que ela se passa diante dos olhos. Ao se deparar com mudanças de estilos de vida ou de hábitos, depara-se com a mudança dessas bases a que me refiro.
Tais bases são acessadas insconscientemente, de forma a ser natural e objetiva. Ao serem acessadas de maneira consciente e serem alteradas, um vazio se forma. O frio na barriga vem, e então algo acontece.
É a essa situação a qual me refiro.
Tais situações devem ser criadas o tempo todo, afinal, os dias não se repetem, e a cada dia, algo novo é pra ser digerido e aprendido. A falta dessa emoção pode significar uma atraso de vida.
A troca de chão é exatamente o momento onde a mudança de tais conceitos estagnados e bem sedimentados, acontece. É então, que a maioria se perde. Perde o contexto no qual estava inserido. Não se tem certeza de qual o rumo certo a tomar, afinal, não há.
É o momento da glória. É o momento, que para caminhar adiante, é necessário crescimento. É necessário esforço e perseverança com si mesmo. É o momento onde a gratificação de olhar pra trás, e ver o quanto o crescimento foi grande, é gigantesca.
E é então que um novo chão se estabelece. A novidade se torna algo corriqueiro novamente, e novos conceitos são formados.
A vida não é do jeito que é. A vida é do jeito que olhamos. Nossos olhos dependem de nossos conceitos, e são treinados para tal.
Logo, a vida depende do quanto nós crescemos e aprendemos com nosso passado, afinal, só ele importa.
A troca de chão é sempre necessária, pois basear-se únicamente na verdade própria, apesar de ser a solução mais óbvia, é a maior armadilha dos desaforados e menos favorecidos. A troca de chãos é o momento exato do impulso para uma nova idéia, de um novo aprendizado.
Esta teoria encerra-se, baseando-se num inteiro conceito ditado por Albert Einstein:
"Uma mente que se abre a uma nova idéia, jamais retorna ao seu tamanho original".
O medo do novo é sadio, afinal, medo é algo de dentro de nós mesmos, e tendo a certeza de que o que está dentro de nós é menor que nós mesmos, se torna fácil domá-lo e vencê-lo. Medo é algo que prende, e é algo a ser superado.
Somente os sábios conseguem se superar, e subir este degrau.
por Bruno Simioni, em 14 de agosto de 2007, às 21h16.
Entenda equilíbrio de vida como tudo aquilo que se julga certo, inconscientemente, e se é acostumado a viver e conviver com aquilo. Entenda chão como conceitos e princípios usados insconscientemente para tomar decisões e basear-se para levar o dia-a-dia.
Durante o crescimento e amadurecimento, conceitos e bases ideológicas vão sendo formados, afim de fornecer bases argumentativas para enteder a vida do jeito que ela se passa diante dos olhos. Ao se deparar com mudanças de estilos de vida ou de hábitos, depara-se com a mudança dessas bases a que me refiro.
Tais bases são acessadas insconscientemente, de forma a ser natural e objetiva. Ao serem acessadas de maneira consciente e serem alteradas, um vazio se forma. O frio na barriga vem, e então algo acontece.
É a essa situação a qual me refiro.
Tais situações devem ser criadas o tempo todo, afinal, os dias não se repetem, e a cada dia, algo novo é pra ser digerido e aprendido. A falta dessa emoção pode significar uma atraso de vida.
A troca de chão é exatamente o momento onde a mudança de tais conceitos estagnados e bem sedimentados, acontece. É então, que a maioria se perde. Perde o contexto no qual estava inserido. Não se tem certeza de qual o rumo certo a tomar, afinal, não há.
É o momento da glória. É o momento, que para caminhar adiante, é necessário crescimento. É necessário esforço e perseverança com si mesmo. É o momento onde a gratificação de olhar pra trás, e ver o quanto o crescimento foi grande, é gigantesca.
E é então que um novo chão se estabelece. A novidade se torna algo corriqueiro novamente, e novos conceitos são formados.
A vida não é do jeito que é. A vida é do jeito que olhamos. Nossos olhos dependem de nossos conceitos, e são treinados para tal.
Logo, a vida depende do quanto nós crescemos e aprendemos com nosso passado, afinal, só ele importa.
A troca de chão é sempre necessária, pois basear-se únicamente na verdade própria, apesar de ser a solução mais óbvia, é a maior armadilha dos desaforados e menos favorecidos. A troca de chãos é o momento exato do impulso para uma nova idéia, de um novo aprendizado.
Esta teoria encerra-se, baseando-se num inteiro conceito ditado por Albert Einstein:
"Uma mente que se abre a uma nova idéia, jamais retorna ao seu tamanho original".
O medo do novo é sadio, afinal, medo é algo de dentro de nós mesmos, e tendo a certeza de que o que está dentro de nós é menor que nós mesmos, se torna fácil domá-lo e vencê-lo. Medo é algo que prende, e é algo a ser superado.
Somente os sábios conseguem se superar, e subir este degrau.
por Bruno Simioni, em 14 de agosto de 2007, às 21h16.

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