Novos tempos.
Me peguei pensando em algo muito simples, mas que como tudo na vida, tem a profundidade do olhar de quem enxerga, não do olhar de quem olha.
Toda transformação feita pela natureza, nunca é brusca. A natureza trabalha com identidades equilibradas. Não é a toa que pra sair do inverno e ir pro verão, tem a primavera. E pra sair do verão e ir pro inverno, tem o outono.
Da mesma forma que o outono é a transição dos tempos férteis pros tempos da reclusão, e tem sua riqueza na monotonia, a primavera é o florescer de novos caminhos a serem trilhados no verão.
Tais caminhos só podem ser bem aventurados se forem escolhidos com sabedoria no tempo da reclusão.
Por isso é tão importante ver riqueza em chorar de profunda tristeza. Pra se crescer com isso, e curtir a fase da reclusão e do bem próprio. Pra que a felicidade, então, seja plena.
E quem venha a felicidade. E que venham os tempos do florescimento. O tempo dos frutos. À você.
Toda transformação feita pela natureza, nunca é brusca. A natureza trabalha com identidades equilibradas. Não é a toa que pra sair do inverno e ir pro verão, tem a primavera. E pra sair do verão e ir pro inverno, tem o outono.
Da mesma forma que o outono é a transição dos tempos férteis pros tempos da reclusão, e tem sua riqueza na monotonia, a primavera é o florescer de novos caminhos a serem trilhados no verão.
Tais caminhos só podem ser bem aventurados se forem escolhidos com sabedoria no tempo da reclusão.
Por isso é tão importante ver riqueza em chorar de profunda tristeza. Pra se crescer com isso, e curtir a fase da reclusão e do bem próprio. Pra que a felicidade, então, seja plena.
E quem venha a felicidade. E que venham os tempos do florescimento. O tempo dos frutos. À você.

1 comentários:
Você usa ópio?
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